A menos que more numa fazenda, sua satisfação com os animais talvez se limite principalmente a cães, gatos, pequenos, pássaros ou peixes. Todavia, há pessoas que têm tartarugas, hamsteres ou certos insetos como bichinhos de estimação, tais como moscas ou baratas. Realmente, a lista de bichinhos de estimação é ampla. As crianças japonesas não raro domesticam camundongos. Alguns australianos têm cangurus como bichinhos de estimação. Daí, o que dizer de mangustos, rãs, macacos e lontras? E, incrível como pareça, cerca de 10.000 estadunidenses possuem grandes felinos, tais como leões e leopardos, como bichinhos de estimação!
Certo livro informava recentemente que havia oito milhões de cães e gatos na Alemanha Ocidental, e cerca de 16,5 milhões em França. O Times de Londres (9 de set. de 1967) disse que, em um só ano, os ingleses gastaram 95.555.304 libras em comida para mais de 5 milhões de cães, 4,5 milhões de gatos e 3,5 milhões de aves, peixes e outros bichinhos. Quanto aos Estados Unidos, a revista Time declarou:
“Atualmente os E. U. A. atravessam o que só pode ser descrito como explosão animalthusiana. . . . Os cerca de 100 milhões de cães e gatos nos E. U. A. se reproduzem à taxa de 3.000 por hora versus] os 415 bebês humanos que nascem a cada 60 minutos. Calculadamente 60% das 70 milhões de famílias estadunidenses possuem bichinhos de estimação.”
Se o leitor, também, aprecia os animais — quer tenha quer não um animal de estimação — talvez já tenha pensado nos vários benefícios dos animais.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Aprecie os animais — em seu devido lugar!
O JOVEM casal visitava pela primeira vez Berlim, Alemanha. Havia muitas coisas para ver — o teatro da ópera, lagos, museus e lugares históricos. Todavia, uma das suas lembranças mais gratas foi algo que viram no zoológico.
Na área espaçosa dos ursos polares, um urso entrava e saía da água, ao brincar com uma pá de cabo comprido. Eles o observaram lançar seu brinquedo esquisito no ar, e então mergulhar na água para recuperá-lo. Não havia dúvida de que se estava divertindo. E que prazer foi observá-lo!
Já se deleitou, também, em observar os animais, ou em ficar junto deles? Talvez fosse uma ocasião em que, depois de muita paciência de sua parte, uma tâmia ou um esquilo chegaram tão perto a ponto de apanhar uma amêndoa entre seus dedos. Ou, talvez, ria-se agora ao lembrar da ocasião em que acariciou um veadinho manso ou observou seu gatinho novo correndo atrás duma folha.
Francamente, quase todos podemos derivar grande prazer dos animais. Oh, é verdade, talvez tenha algumas dúvidas quanto a cobras, aranhas, morcegos ou algo desse tipo. E, mesmo assim, em geral, a maioria de nós considera os animais como sendo agradáveis e interessantes.
Há necessidade, contudo, de manter os animais em seu lugar relativo e devido, se havemos de apreciá-los plenamente. Um exemplo, admitidamente radical, ilustra vigorosamente este ponto.
Certo senhor gostava intensamente de seu bichinho de estimação — uma jibóia de um metro e meio. Embora sua esposa tivesse medo dela, ele insistia em levar a cobra para dormir com eles, dormindo com ela toda enroscada em seu corpo. Começou a levar a jibóia para a mesa, enrolando-a em seus ombros. Quando, por fim, começou a alimentá-la à mesa com camundongos vivos, isso foi demais para sua esposa. Ela obteve um divórcio. E o marido? Passou a adquirir outra jibóia, esperando que as duas acasalassem. É óbvio que ele apreciava os animais, pelo menos os desta espécie: Mas, será que os apreciava a um grau razoável, ou em seu devido lugar?
Na área espaçosa dos ursos polares, um urso entrava e saía da água, ao brincar com uma pá de cabo comprido. Eles o observaram lançar seu brinquedo esquisito no ar, e então mergulhar na água para recuperá-lo. Não havia dúvida de que se estava divertindo. E que prazer foi observá-lo!
Já se deleitou, também, em observar os animais, ou em ficar junto deles? Talvez fosse uma ocasião em que, depois de muita paciência de sua parte, uma tâmia ou um esquilo chegaram tão perto a ponto de apanhar uma amêndoa entre seus dedos. Ou, talvez, ria-se agora ao lembrar da ocasião em que acariciou um veadinho manso ou observou seu gatinho novo correndo atrás duma folha.
Francamente, quase todos podemos derivar grande prazer dos animais. Oh, é verdade, talvez tenha algumas dúvidas quanto a cobras, aranhas, morcegos ou algo desse tipo. E, mesmo assim, em geral, a maioria de nós considera os animais como sendo agradáveis e interessantes.
Há necessidade, contudo, de manter os animais em seu lugar relativo e devido, se havemos de apreciá-los plenamente. Um exemplo, admitidamente radical, ilustra vigorosamente este ponto.
Certo senhor gostava intensamente de seu bichinho de estimação — uma jibóia de um metro e meio. Embora sua esposa tivesse medo dela, ele insistia em levar a cobra para dormir com eles, dormindo com ela toda enroscada em seu corpo. Começou a levar a jibóia para a mesa, enrolando-a em seus ombros. Quando, por fim, começou a alimentá-la à mesa com camundongos vivos, isso foi demais para sua esposa. Ela obteve um divórcio. E o marido? Passou a adquirir outra jibóia, esperando que as duas acasalassem. É óbvio que ele apreciava os animais, pelo menos os desta espécie: Mas, será que os apreciava a um grau razoável, ou em seu devido lugar?
terça-feira, 1 de junho de 2010
Como alguns mantêm contato
Poucos sons são tão espetaculares como o rugido do leão em uma noite silenciosa. Várias razões já foram propostas para essa comunicação. O poderoso rugido de um macho é um aviso a todos de que ele está em seu território; quem se intrometer estará por sua própria conta e risco! Mas, por ser um felino sociável, o leão também ruge para manter o contato com outros membros da alcatéia. Geralmente, é um rugido mais suave, menos agressivo. Certa noite ouviu-se um leão rugir a cada 15 minutos, até que um “parente” respondeu, à distância. Eles continuaram “conversando” por mais 15 minutos, até que finalmente se encontraram — e os rugidos cessaram.
Além de aprofundar os relacionamentos, esses contatos oferecem proteção contra as intempéries. A galinha emite diversos sons que transmitem diferentes mensagens aos pintinhos. O mais distinto, porém, é o som longo, surdo, emitido ao anoitecer, indicando que ela voltou para casa para recolher-se. Seguindo o chamado da mãe, os pequeninos que estão espalhados se juntam sob suas asas e abrigam-se para passar a noite. — Mateus 23:37.
Além de aprofundar os relacionamentos, esses contatos oferecem proteção contra as intempéries. A galinha emite diversos sons que transmitem diferentes mensagens aos pintinhos. O mais distinto, porém, é o som longo, surdo, emitido ao anoitecer, indicando que ela voltou para casa para recolher-se. Seguindo o chamado da mãe, os pequeninos que estão espalhados se juntam sob suas asas e abrigam-se para passar a noite. — Mateus 23:37.
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