O Criador deu vida tanto aos humanos como aos animais. Mas, por quanto tempo deviam continuar a viver?
Os cientistas relatam que os humanos parecem ter o potencial de vida interminável, de modo que os investigadores ficam perplexos quanto à razão por que morre o homem. A Bíblia fornece o motivo. Afirma que o Criador forneceu aos primeiros humanos, a oportunidade de viverem para sempre. A morte só veio porque se rebelaram. (Gên. 2:17; 3:17-19; Rom. 5:12) Que dizer, porém, dos animais? Não têm a capacidade de rebelar-se conscientemente contra Deus; todavia, vivem somente por certo tempo e então morrem. Assim, é claro que o Criador jamais propôs que os animais vivessem para sempre. Para eles, a morte era natural. — 2 Ped. 2:12.
Por conseguinte, mesmo que a pessoa possa ficar muito apegada a um bichinho de estimação, é evidente que o homem não deve nutrir os mesmos sentimentos sobre a vida ou morte deste que teria quanto a outro humano. Aparentemente, porém, alguns nutrem.
Hoje em dia há numerosos “cemitérios de animais”. Um jornal de Toronto, Canadá, descreveu um de tais cemitérios que tem uma capela funerária para os animais. Oferece enterros em caixões especiais, revestidos de seda. A que custo? De Cr$ 1.100,00 para uma ave até Cr$ 8.800,00 para um cavalo. O Post de Nova Iorque noticiou que certo ex-presidente dos Estados Unidos envia anualmente um cheque de Cr$ 220,00 para um cemitério de animais cuidar da sepultura de seu cachorro morto.
Mas, que proceder acha ser apropriado e equilibrado à luz da Palavra de Deus? Visto que o Criador jamais propôs que os animais vivessem sem morrer, que importância deve atribuir ou que despesas deve ter com a morte dum animal? Em harmonia com o conceito equilibrado da Bíblia, os israelitas não possuíam cemitérios para animais.
sábado, 10 de julho de 2010
O Criador dos Animais
A base para um conceito equilibrado sobre a vida animal não é o conceito pessoal nem as emoções de algum humano imperfeito, não importa quão sincero possa ser. Antes, é o conceito (e os princípios) do Criador da vida animal, conceito este que é perfeito. — Deu. 32:4.
Depois de produzir os animais que habitam no solo, nos mares e na atmosfera da terra, “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom”. (Gên. 1:20-25, 31) Assim, os animais são bons. Têm importante papel em nossos ciclos terrestres. São demonstração viva da sabedoria de Deus. (Sal. 148:7, 10; Jó 12:7-9) Mas, segundo o que Deus diz, como devemos nós, humanos, tratar os animais?
Podemos discernir isso através da lei que Deus forneceu aos israelitas. Ele exigia que fossem misericordiosos e justos ao lidar com os animais. Considere apenas alguns exemplos. Não se devia colocar no mesmo jugo um touro e um jumento, pois isso faria com que o menor deles sofresse. (Deu. 22:10) Como aos humanos, deu-se aos animais um dia sabático de descanso. (Êxo. 23:12) Um touro que debulhasse o cereal não devia ser açaimado, mas se devia permitir que comesse um pouco dele; seria cruel tentá-lo com alimento que não podia comer. (Deu. 25:4) Ademais, Deus disse: “O homem bom cuida de seus animais, mas os homens iníquos são cruéis para com os deles.” (Pro. 12:10, Today’s English Version) É claro, então, que Deus se interessa pelos animais.
Significa isso, então, que os homens não devem matar os animais, como o fazem ao caçá-los para obter alimentos ou para obter peles ou couros? E qual é exatamente o conceito equilibrado sobre a morte dum animal?
Depois de produzir os animais que habitam no solo, nos mares e na atmosfera da terra, “Deus viu tudo o que tinha feito, e eis que era muito bom”. (Gên. 1:20-25, 31) Assim, os animais são bons. Têm importante papel em nossos ciclos terrestres. São demonstração viva da sabedoria de Deus. (Sal. 148:7, 10; Jó 12:7-9) Mas, segundo o que Deus diz, como devemos nós, humanos, tratar os animais?
Podemos discernir isso através da lei que Deus forneceu aos israelitas. Ele exigia que fossem misericordiosos e justos ao lidar com os animais. Considere apenas alguns exemplos. Não se devia colocar no mesmo jugo um touro e um jumento, pois isso faria com que o menor deles sofresse. (Deu. 22:10) Como aos humanos, deu-se aos animais um dia sabático de descanso. (Êxo. 23:12) Um touro que debulhasse o cereal não devia ser açaimado, mas se devia permitir que comesse um pouco dele; seria cruel tentá-lo com alimento que não podia comer. (Deu. 25:4) Ademais, Deus disse: “O homem bom cuida de seus animais, mas os homens iníquos são cruéis para com os deles.” (Pro. 12:10, Today’s English Version) É claro, então, que Deus se interessa pelos animais.
Significa isso, então, que os homens não devem matar os animais, como o fazem ao caçá-los para obter alimentos ou para obter peles ou couros? E qual é exatamente o conceito equilibrado sobre a morte dum animal?
Mantenha um conceito equilibrado sobre a vida animal
“MOTORISTA Morre ao Tentar Ajudar um Cão Ferido”, noticiou o Daily News de Nova Iorque, de 29 de agosto de 1975. Um senhor de Long Island parou seu carro e saltou para ajudar um cão que estava ferido na estrada. Mas, acidentalmente, outro carro pegou este homem e o matou. O cão foi levado para um canil. Assim, o cão viveu e o homem morreu.
As ações dele ilustram o interesse compassivo que muitos demonstram pelos animais — talvez o leitor também demonstre. Ele arriscou sua vida por causa da alta consideração que tinha para com a vida animal. Foi esse o proceder certo?
“Não”, afirmariam alguns com ênfase. Por exemplo, numa reunião duma cidade inglesa, um membro da Comissão de Segurança das Estradas falou do perigo de os motoristas se desviarem para evitar cães, afirmando:
“Se as pessoas pudessem ser persuadidas a guiar em linha reta sobre o cão, se necessário podia-se evitar uma porção de danos aos humanos. . . . Tornamo-nos tão sentimentais quanto aos animais que um motorista instintivamente tentará desviar-se para evitar um deles — e provavelmente deixará de avaliar que há uma fila de ônibus na calçada . . . Cinco dos 42 acidentes ocorridos no distrito, em certo mês, foram devidos a cães. Isso faz com que meu sangue ferva.”
Mas, seu sangue não era o único que fervia. Muitos na assistência ficaram com raiva de ver o conceito dele sobre a vida animal.
Sim, são bem comuns os sentimentos fortes sobre a vida animal. Por exemplo, que dizer da caça? Alguns a condenam ardentemente como sendo brutal, insensível e desumana. Outros acham que é perfeitamente correto matar um animal para obter alimento ou sua pele. Que deve pensar uma pessoa? Qual é o conceito equilibrado que deve adotar?
Como pode avaliar, cada situação apresenta suas próprias facetas e circunstâncias, de modo que é inútil alguém dar uma resposta “geral”. Todavia, há uma base para se obter um conceito equilibrado sobre o assunto da vida animal. Qual é tal base?
As ações dele ilustram o interesse compassivo que muitos demonstram pelos animais — talvez o leitor também demonstre. Ele arriscou sua vida por causa da alta consideração que tinha para com a vida animal. Foi esse o proceder certo?
“Não”, afirmariam alguns com ênfase. Por exemplo, numa reunião duma cidade inglesa, um membro da Comissão de Segurança das Estradas falou do perigo de os motoristas se desviarem para evitar cães, afirmando:
“Se as pessoas pudessem ser persuadidas a guiar em linha reta sobre o cão, se necessário podia-se evitar uma porção de danos aos humanos. . . . Tornamo-nos tão sentimentais quanto aos animais que um motorista instintivamente tentará desviar-se para evitar um deles — e provavelmente deixará de avaliar que há uma fila de ônibus na calçada . . . Cinco dos 42 acidentes ocorridos no distrito, em certo mês, foram devidos a cães. Isso faz com que meu sangue ferva.”
Mas, seu sangue não era o único que fervia. Muitos na assistência ficaram com raiva de ver o conceito dele sobre a vida animal.
Sim, são bem comuns os sentimentos fortes sobre a vida animal. Por exemplo, que dizer da caça? Alguns a condenam ardentemente como sendo brutal, insensível e desumana. Outros acham que é perfeitamente correto matar um animal para obter alimento ou sua pele. Que deve pensar uma pessoa? Qual é o conceito equilibrado que deve adotar?
Como pode avaliar, cada situação apresenta suas próprias facetas e circunstâncias, de modo que é inútil alguém dar uma resposta “geral”. Todavia, há uma base para se obter um conceito equilibrado sobre o assunto da vida animal. Qual é tal base?
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