quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os bichinhos de estimação e seus donos

Do correspondente de “Despertai!” na Austrália

“AINDA posso lembrar-me disso como se fosse ontem, embora já se tenham passado muitos anos. Ouvia-se um gritinho de deleite e então minha menininha aparecia e declarava, orgulhosa: ‘Mamãe, nasceu outra gatinha.’ Daí, ela sumia de novo para esperar nascer a gatinha seguinte.

“A vida animal a fascinava. Certo dia, ela trouxe uma criaturinha de uns 2,5 centímetros, aninhada em sua mão fechada em forma de concha. ‘Veja só Mamãe, peguei uma gatinha realmente pequena.’

“‘Não, querida, isso é uma lagarta’, expliquei-lhe.

“‘Não é’, foi sua resposta enfática, ‘é cheia de pêlos. É uma gatinha pequenininha!’”

“Em certo estágio, tínhamos tanto um gato como um cachorro da raça cocker spaniel. Ainda rio quando me lembro de como brincavam juntos. O gato às vezes colocava suas patas em volta do pescoço do cão e lambia a face dele. O cão simplesmente fechava os olhos e ficava ali parado, extasiado.”

A experiência desta mãe comprova que os bichinhos de estimação são certamente populares. Duas de cada três famílias na Austrália possuem pelo menos um. Os cães são os mais comuns, seguidos por gatos, pássaros e peixes. Também, mantêm-se cavalos e pôneis, cangurus-ratos (pequenos cangurus), coelhos, cobaias, camundongos, tartarugas, lagartixas e caracóis, para não se mencionar os bichinhos de estimação mais exóticos, tais como pavões, cobras e morcegos.

Talvez possua um bichinho de estimação. Ou talvez esteja pensando em obter um para si, para seus filhos ou para outrem. Mesmo que a pessoa apenas more perto ou conheça pessoas que têm tais bichinhos, considerar o relacionamento entre as pessoas e os bichinhos de estimação poderá ser útil.

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