quarta-feira, 21 de abril de 2010

O sistema de navegação da borboleta

▪ Embora tenha um cérebro mais ou menos do tamanho da ponta de uma caneta esferográfica, a borboleta-monarca percorre uma distância de até 3 mil quilômetros ao migrar do Canadá para um pequeno trecho de floresta no México. Como esse inseto chega ao seu destino sem se perder?
Analise o seguinte: As borboletas-monarcas usam o Sol como bússola. Mas isso não é o suficiente, pois elas precisam fazer ajustes em seu trajeto para compensar o movimento do Sol. Elas fazem isso por meio de um relógio interno de alta precisão, chamado relógio circadiano — uma função biológica baseada num dia de 24 horas. De acordo com o Dr. Steven Reppert, neurobiologista, as borboletas-monarcas “usam o relógio circadiano de uma forma bem diferente da de outros insetos e animais já estudados”.
Aprender mais sobre os segredos do relógio interno das borboletas-monarcas pode ajudar os cientistas a entender melhor o relógio circadiano dos humanos e dos animais. Pode também levar a novos tratamentos de distúrbios neurológicos. “Quero entender como o cérebro assimila informações sobre tempo e espaço”, diz o Dr. Reppert, “e a borboleta-monarca é um exemplo espetacular disso”.
O que você acha? O complexo sistema de navegação da borboleta-monarca surgiu por acaso? Ou é evidência de um Projetista inteligente?

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