terça-feira, 20 de abril de 2010

O uso de animais como alimento

Mas, que dizer de matar animais para comer? É verdade que a dieta original do homem era vegetariana. Mas, Deus mais tarde ampliou-a, incluindo a carne animal. Uns 4.000 anos atrás — nos dias do justo Noé — Deus provocou um dilúvio global e acabou com a então existente perversidade na Terra. Noé, sua família, e os animais que ele levou para dentro da arca sobreviveram ao Dilúvio. Depois de terem saído da arca, Deus, pela primeira vez, declarou: “Todo animal movente que está vivo pode servir-vos de alimento. Como no caso da vegetação verde, deveras vos dou tudo.” (Gênesis 9:3) Mas, ao mesmo tempo, Deus deu a lei: “Quem derramar o sangue do homem, pelo homem será derramado o seu próprio sangue, pois à imagem de Deus fez ele o homem.” (Gênesis 9:6) Obviamente, Deus não colocou os animais no mesmo nível que os humanos.

Na verdade, a convicção de Sujata a respeito dos animais se baseava na sua crença na reencarnação. Nesse respeito, a Bíblia explica que, embora os humanos e os animais sejam almas, a alma não é imortal. (Gênesis 2:7; Ezequiel 18:4, 20; Atos 3:23; Revelação [Apocalipse] 16:3) Como almas, tanto os humanos como os animais morrem e deixam de existir. (Eclesiastes 3:19, 20) Os humanos, porém, têm a bela esperança de ressuscitar, no novo mundo de Deus. (Lucas 23:43; Atos 24:15) Isso também indica que animais e humanos não são iguais.

“Mesmo assim, por que essa mudança na alimentação?”, Sujata quis saber. O clima da Terra, evidentemente, sofreu mudanças drásticas com o Dilúvio. Se Deus introduziu a carne na alimentação humana prevendo as necessidades de gerações futuras que viveriam em regiões de pouca vegetação, a Bíblia não diz. Mas, Sujata concordou que o Dono de todas as coisas viventes tinha o direito de fazer uma mudança.

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